terça-feira, 5 de maio de 2009


Por tantas vezes me perguntei como eu me sentiria, como eu agiria, como e se quer se eu suportaria. Dói, penetra, crava e inflama no meu peito, chegando a anestesiar não me trazendo mais anda a não ser essa lagrima nojenta, acida e amarga. Essa ardência que me toma o peito me transforma em algo evidentemente podre, sem vida, sem graça, sem gosto. O seu sorriso lançado a outro rosto, sua atenção centralizada a outro ser, tão comum quanto qualquer um, tão medíocre como nunca. Fingir não te ver sem ao menos tirar os olhos de você dói e sinceramente eu havia esquecido o quanto dói ainda amar você, mas nem por isso e nem por aquilo eu desisto, eu não te esqueço. Mas que doeu... Ahh isso sim!

Um comentário:

Thiago Assis disse...

De volta ao profundo da alma.
De volta ao blog.
^^
Quem bom que voltastes.

sempre dói.


www.thiagogaru.blogspot.com